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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Tinha saudade desta escadaria





Tinha saudades desta escadaria. Por ela, subi até ao “Correio do Vouga” imensas vezes. Desci outras tantas. De uma vez, corri até ao cimo e desci na mesma velocidade. Momentos depois, sofri um enfarte. Estávamos em 8 dezembro de 2006. Depois, passei a olhar para ela com certo temor. Talvez infundado, mas enfim. Hoje, subi e desci a pensar nisso. Fui com calma, agarrado ao corrimão. Tudo bem. Apenas a chuva torrencial que me molhou à chegada me incomodou. 
Quando descia, ouvi o sinal sonoro que foi montado há anos para avisar que estava a chegar gente. Ao subir, não dei por ele. 
Bons tempos em que nem notava os anos a passar, por gostar do que fazia. Quem corre por gosta não cansa, diz o ditado. E é verdade. 
Os meus tempos do jornalismo abriram-me mais ao mundo em que estamos. Ao jornal, se chegavam notícias que formavam e informavam pela positiva, também não faltavam as que refletiam mágoas, tristezas, incompreensões, desgostos. E se as primeiras eram bem-vindas, as outras exigiam atenção, que do negativo podemos e devemos descobrir a vertente que tranquiliza. 
Já lá vão 14 anos, mas soube-me bem recordar o que antes vivi no jornal diocesano, levado hoje por esta escadaria, ao som do aviso sonoro que alerta quem está para gente que vem a caminho. E de passagem, permitam-me que agradeça a atenção e o carinho com que fui recebido pela Teresa e pelo Jorge, amigos de há muito. 

Fernando Martins

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