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terça-feira, 22 de agosto de 2023

Recordações da Madeira


Se há passeios que nos marcam, pela positiva, a visita que fiz há muitos anos à Ilha da Madeira, a pérola do oceano para muitos, ficou-me na memória. E o sonho de voltar esvaiu-se como o fumo. Mas se não pude voltar, tenho o privilégio de reter na minha alma o prazer que me deu a primeira e última viagem que pude realizar à nossa ilha encantada. Projetos não faltaram, mas a concretização dos mesmos nunca mais foi possível.
Recordo hoje a ilha que vi como um jardim florido e viçoso, com um  povo acolhedor. Tudo era belo para quem chegava.
Em carro alugado andámos por todo o lado com a Lita ao volante, subimos e descemos até recantos de meter medo, vimos paisagens nunca imaginadas e cruzámo-nos com turistas em cada esquina
De lá trouxemos a lhaneza dos madeirenses, os serviços turísticos perfeitos, o sabor inigualável do peixe fresco e a cultura de tradições centenárias.
Na altura havia a azáfama das autoestradas e túneis que aproximavam terras e pessoas. Estivemos no Curral das Freiras, depois de descer, para depois subir, por estrada estreita cheia de curvas e com desfiladeiros assustadores.
De tal modo gostei da Madeira que prometi a mim mesmo que voltaria. Mas afinal não voltei e o tempo, inexorável, não perdoa.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Raul Brandão: A chegada à Madeira




“Fundeamos e a Madeira abre-nos os braços, com a Ponta do Garajau num extremo, e a Ponta da Cruz no outro extremo. Adivinho as casas, que por ora são fantasmas e descem lá do alto até à praia. Agora o tom cinzento desapareceu, domina o azul e o oiro, e na minha frente o grande anfiteatro verde dos montes ergue-se como um altar até ao céu. É uma serra a pique, é uma serra voluptuosa e verde que se oferece lânguida e verde" (...) 

Raul Brandão, escritor nascido em 1867, no Porto, escreveu “As Ilhas Desconhecidas”, um livro publicado pela primeira vez, em 1926, que reúne notas e reflexões da sua viagem à Madeira e aos Açores.

NOTA:
1. Da nossa única visita à Madeira, guardamos, ainda com alguma nitidez, o colorido da Ilha, a afabilidade das gentes, as autoestradas do Alberto João e a marca bem visível da capacidade turística daquele rincão luso no meio do oceano. Sonhei voltar, mas fiquei-me pela hipótese...; 
2. As fotografias que ontem achei no meio de centenas não são de boa qualidade, mas dão para perceber quanto a ilha tem a nível de panoramas convidativos à descontração que pudemos perceber. Contudo, dão a ideia da nossa juventude que, entretanto,  passa a  feliz recordação;
3. Esta mensagem, neste meu espaço de memórias, vem na sequência do texto que li hoje em Portos de Portugal.  

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Fernando Martins

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