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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Aveiro: Inauguração das Eclusas e Comportas

1985 
23 de novembro 


«Foi inaugurado em Aveiro o sistema de eclusas e comportas, de que resultou a manutenção do nível elevado da água nos canais citadinos da Ria» (Correio do Vouga e Litoral, 22 e 29-11-1985) 

“Calendário Histórico de Aveiro” 
de António Christo 
e João Gonçalves Gaspar 


NOTA: Quem hoje aprecia os canais da Ria de Aveiro, sobretudo o Canal Central, nem imagina a importância daquela inauguração. Com maré baixa,  a lama, carregada de lixo doméstico e outro, lançava um cheiro nauseabundo insuportável. O Canal Central era, realmente a maior lixeira das redondezas. Desde a inauguração das eclusas e comportas, os canais que atravessam a cidade passaram a ser um luxo e um motivo turístico.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Portas d'Água


Era por aqui, com este cenário à vista, que imensas vezes visitávamos a Ria de Aveiro. Não era a ria, mas a borda. Também por aqui andavam alguns lavradores que apanhavam o arrolado, algas e limos que a maré abandonava quando recolhia ao oceano. Os solos eram fertilizados sem grandes despesas, para além do trabalho dos interessados. E assim se transformaram areias movediças em solo produtivo. 
Frequentemente se apanhavam berbigões, amêijoas, mexilhões, lingueirão de canudo e burriés, sem que as autoridades marítimas nos inquietassem. A ria era livre e o povo abastecia-se quando queria. 
Há dias, em conversa com um amigo, antigo pescador desportivo, disse-lhe que em tempo de crise talvez fosse interessante voltar à nossa laguna, como quem vai passear. Logo ele retorquiu que não pensasse nisso, porque a legislação em vigor é difícil de satisfazer. É necessário licenças para tudo e mais alguma coisa. E as multas são pesadas. 
Há tempos, olhei para a ria em maré baixa e divisei ao longe uma grande azáfama na apanha de berbigões, ao que julgo. Assumiram o risco ou teriam mesmo em dia as licença de que se fala? Não sei, mas talvez gostassem de sentir o prazer de caminhar no areal da ria, como quem passeia pelas ruas e jardins da nossa terra.

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Fernando Martins

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