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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Nossa Senhora Aparecida em Calvão, Chaves




Há anos, as nossas férias mais gostosas eram vividas em Chaves, em casa de casal muito amigo, Maria Nazaré e António Fernandes. Chegámos a trocar as nossas casas. Nós íamos para Chaves e eles vinham para a Gafanha da Nazaré. Bons tempos, que recordo de vez em quando, direi melhor, com muita frequência.
Normalmente, estas trocas aconteciam em agosto. Daqui saímos todos, eu, a Lita e os filhos, Fernando, Pedro, João Paulo e Aidinha. Se eu escrevesse Aida ela ia ficar já toda abespinhada. E eles vinham com os filhos Pedro, José Carlos e Vitor. Infelizmente, as memórias passam a registar tristezas. Já faleceu o António Fernandes e o José Carlos, na flor da vida. Continuam, porém, a encher a nossa alma.
Permitam-me que recorde que a Maria Nazaré foi professora na Escola da Marinha Velha, de quem muitas alunas me falam com saudades desses tempos.
Em Chaves passeávamos muito e hoje, quando remexia uma caixa de fotos, deparei-me com duas tiradas na Senhora Aparecida. Não tem a data, mas nota-se que a Lita era um pouquito mais nova. Vê-se bem.
Contudo, o mais engraçado é que uma placa, aplicada em 1990, diz que Nossa Senhora  Aparecida ali se terá cruzado também com três pastorinhos, em 1833, muitos anos antes de o ter feito em Fátima. Mas aquela, apesar de ter suscitado peregrinações e devoções, nunca terá chegado à fama e projeção da Nossa Senhora de Fátima, na Cova da Iria.

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Fernando Martins

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