terça-feira, 30 de junho de 2026

Boca da Barra

 

Aqui está um recanto à espera das nossas visitas. Ali, com a nossa Barra à vista, podemos usufruir de uma paz fascinante. Passe por lá e depois diga o que sentiu.

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Vamos cultivando a paciência


Recorrendo à minha memória, não consigo localizar no tempo temperaturas tão elevadas. Sabemos que a região das Gafanhas goza do privilégio da acção da Ria que ameniza as temperativas do ambiente, mas que o calor se mantém insuportável é verdade indiscutível. Vamos tendo paciência. Os idosos como eu vamos ficando pelo aconchego das nossas casas. Umas temperaturas mais agradáveis devem vir a caminho. Até lá, vamos cultivando a paciência.

sábado, 27 de junho de 2026

Portugal - O melhor país da Europa?

 

Nota: Encontrei  nas Redes Sociais.

O Homem pergunta por Deus. O grande enigma

Crónica  Semanal  de Anselmo Borges
Padre e professor de Filosofia

“Quando no século XXI falamos de céu, inferno e paraíso, utilizamos metáforas. Não cremos que Deus, na sua infinita sabedoria, tenha criado um universo em que realmente existam estes domínios ultra-terrenos. Tão-pouco pensamos que a vida seja uma peregrinação que conduz a Deus. Nisto nos diferenciamos de Dante, o maior poeta da Idade Média.” Aí está, com esta serenidade límpida, a afirmação de entrada de uma breve introdução de Ch. Zschirnt à leitura de A Divina Comédia de Dante Alghieri. Reconhecendo, evidentemente, a perplexidade toda destas questões e que Dante se encontra no mundo das metáforas, será assim tão universal e transparente esta declaração de evidência na abolição de Deus e do seu mistério? Pouco antes da sua morte, o famoso antropólogo René Girard, por exemplo, à pergunta: “Crê que há algo para lá da morte?”, respondia: “Espero, é a minha fé, um acto de vontade e de esperança. O cristão afirma que não pode reduzir-se tudo ao universo no qual se encontra. Que seja tudo como se nada tivesse sido parece-me demasiado abominável para ser real. Aposto na Realidade.”

Bispo de Aveiro propõe ajuda ao povo da Venezuela

O recente sismo na Venezuela destruiu uma vasta zona do país, particularmente nas dioceses de Caracas, Guarenas e La Guaira, onde vive um grupo numeroso de portugueses ou luso venezuelanos e onde a perda de vidas é muito grande. Contactei o bispo de La Guaira e descreveu a situação da sua diocese como uma zona muito danificada e sem meios para reconstruir as habitações dos mais pobres. O próprio seminário diocesano ficou destruído, estando inabitável para qualquer uso.

Peço a toda a Diocese que no próximo fim de semana, 4 e 5 de julho, em todas as paróquias se faça um ofertório extraordinário a que entregaremos ao bispo de la Guaira, D. Pablo Modesto Perez, SDB, a fim de mitigar os estragos do sismo e ajudar os que perderam os seus bens.

Lembro que a nossa diocese de Aveiro tem uma dívida de gratidão para com os nossos irmãos venezuelanos, porque nas últimas décadas do século passado nos ajudaram na construção de várias Igrejas paroquias e de centros sociais paroquiais. Agora é a nossa vez de partilharmos e sermos generosos perante a catástrofe que os meios de comunicação social nos apresentam.

Conto convosco e para todos imploro as bênçãos de Deus.

Aveiro, 27 de junho de 2026.

+ António Manuel Moiteiro Ramos, bispo de Aveiro

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Memórias ao sabor das marés

Com a serenidade que a idade aconselha, continuarei apenas, de quando em vez, nas Memórias ao sabor das marés. Como todos sabemos, as marés têm altos e baixos. Ora estão altas ora baixas. Assim me sinto eu. Seguirei, portanto, o ritmo da nossa Ria.