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segunda-feira, 25 de março de 2019

Feira de Março já de portas abertas


Já temos a Feira de Março de portas abertas, com a publicidade a garantir que vai ser animada. Certo é que, apesar da animação e exposição de muito que diz respeito ao mundo empresarial do nosso distrito, a mais que centenária feira, que começa em março e acaba em abril de cada ano, já não terá o impacto de há boas décadas, em que o povo se divertia e comprava, nas barracas de bugigangas e utensílios de cozinha, o que faltava para o dia a dia. Os tempos eram realmente outros, sem as grandes superfícies a imperarem por todos os cantos.
Na nossa meninice, a segunda-feira da Páscoa era sagrada. A Auto Viação Aveirense trabalhava sem horário fixo, que era preciso levar e trazer de volta os gafanhões, porque automóvel não era para toda a gente. Poupava-se para nesse dia, sobretudo, se comprar o que era preciso, mas também para gozar a alegria dum Carrocel, de uma ida ao Poço da Morte, ao Circo ou ao Comboio Fantasma. E também, diga-se de passagem, para comer umas farturas.
Hoje, é tudo ou quase tudo diferente e as diversões batem-nos à porta a cada momento. O mesmo se diga sobre as farturas, que já não são exclusivas da Feira de Março.
Boas compras, boas diversões e alguns petiscos, que a vida são dois dias…

Fernando Martins

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Recordações da Páscoa



Primeira Parte

1. A Páscoa celebra, como é sabido, o grande mistério da nossa fé. Há um período, a Quaresma, que nos prepara para isso. Já no fim, o Tríduo Pascal congrega-nos intensamente para a vivência da paixão e morte de Jesus. Silêncio, meditação e oração, com jejuns, abstinências e partilhas, tornam mais expressiva a fé que de Deus no vem para em comunhão com todos construirmos um mundo melhor. Dir-se-á que esse propósito nos deve animar nos passos da nossa existência terrena, não sendo necessária a Páscoa. Para mim, a Páscoa é sempre uma mais-valia para o aprofundamento do meu envolvimento nos projetos da construção de uma sociedade mais fraterna, mais humanista. Por isso, valorizo de modo especial a festa maior do cristianismo. Maior, porque é da Ressurreição de Jesus Cristo que dimana a razão da nossa fé, dom de Deus ofertado a todos os homens e mulheres de boa vontade. Eu preciso da Páscoa. 

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Fernando Martins

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Por razões compreensíveis e próprias da minha idade, este meu blogue vai continuar disponível para consulta, mas não será atualizado. Contin...