Caldeira do Forte da Barra


Sou deste tempo, sim senhor. Recordo perfeitamente a caldeira e o pavilhão para proteger algumas embarcações. Também recordo os trabalhadores que nas barcaças transportavam as lamas ou lodos que as dragas arrancavam do leito da laguna. Nas margens, cada trabalhador tinha de descarregar a barcaça à pazada. Corpos e roupas pretos ao jeito de quem mergulhava na lama. Trabalhos duros e sujos que a nossa juventude nem imagina.  Trabalhos de escravos em pleno século XX. 

Fonte: aqui

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Na eira do avô dos Ribaus

Dona Luz Facica nas minhas memórias

A Ponte da Cambeia